
Into the Breach
Гигантские существа, расплодившиеся под поверхностью планеты, угрожают остаткам человеческой цивилизации. Ваша задача – отразить угрозу, командуя могучими мехами из будущего. В этой пошаговой стратегии от создателей FTL каждая попытка спасти мир – это новая ситуация, создаваемая случайным образом. Ключевые особенности:
Защищайте города: энергия для ваших мехов поступает из гражданских зданий. Защищайте их от векков и не палите куда попало!
Ищите идеальную стратегию: в минималистичном пошаговом бою вы предвидите все ходы противника. Это позволит вам проанализировать вражеские атаки и найти оптимальное решение в любой обстановке.
Постройте идеальный мех: собирайте новые виды оружия и уникальных пилотов, сражаясь с векками на островах Корпорации.
Новый шанс: поражение – это не приговор. Если вас разгромят, вы сможете отправить подмогу в прошлое и попытаться спасти мир заново!
Системные требования
Минимальные
- ОС: Windows Vista/7/8/10
- Процессор: 1.7+ GHz или мощнее
- Оперативная память: 1 ГБ ОЗУ
- Видеокарта: Must support OpenGL 2.1 or higher. Intel HD 3000 или мощнее.
- Место на диске: 400 МБ свободного места
Рекомендуемые
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Отзывы
Steam · Very Positive
Все отзывы в Steam21 191 положительных из 22 506 отзывов
Игрок 9208Рекомендует3 ч в игре
战棋天花板,完美信息战斗,没有虚假随机,每一步全靠计算。 机甲搭配丰富,不同机体组合打法完全不一样,可玩性极高。 一局流程短,几十分钟,适合随手开一把。 本质像高级推箱子,预判敌人行动,策略感无可替代。 难度偏高,一步错全盘崩,容易因为失误挫败。 剧情很少,几乎没有叙事,只看重纯策略战斗。 像素美术简洁,战斗画面干净,一眼看清所有单位。 没有存档读档,失误只能重开,这点劝退不少休闲玩家。 音乐营造的氛围非常给力,紧张感恰到好处,百玩不腻。
Игрок 8506Рекомендует13 ч в игре
An unforgiving but fun little tactical board game. It's more chess with giant robots than Battletech. Your goal in each mission is not to destroy the enemy, but to minimize the amount of damage they can cause within the turn limit and to try and complete certain tasks to gain points to buy upgrades for the rest of the campaign. There's not much in the way of a story—once you've played through every island, that's pretty much all the world building and character development you're going to get. The game is fun to play though, and there are a large number of different mechs with different abilities and weapons to try out. It's not the sort of epic adventure I'm going to devote a significant amount of time to, but it's cheap and it's a lot more fun than solitaire or minesweeper.
Игрок 8262Рекомендует6 ч в игре
Mais um dia de tédio, mais uma vez que eu me pego rolando pelos meus jogos na Steam. Quase desistindo, eis que eu avisto Into the Breach em promoção. Lembrei dele e de uma recomendação de um querido amigo absolutamente viciado em jogos de estratégia. "É como brincar com um diorama e miniaturas", é exatamente o que ele me disse. Eu disse "ok, uma hora dessas eu compro e jogo." Vidal do passado, chegou a hora. Comprei o jogo. E realmente, é um jogo surpreendente. Into the Breach é um daqueles jogos que parecem ter sido feitos em um guardanapo - tipo, dois caras sentados num buteco ou numa lanchonete, rabiscando num pedaço de papel uma idéia simples, que vai escalando em coisas mais complexas, sabe? Inclusive, penso nisso porque os cabeças da Subset Games são justamente dois caras, Justin Ma e Matthew Davis. E o jogo é realmente simples de entender o conceito. Você tem uma grade de quadradinhos, três robôs, alguns insetos gigantes e prédios que tu tens que impedir a destruição por parte desses insetos. Os inimigos aparecem, dizem exatamente o que vão fazer no próximo turno e você precisa impedir que eles façam isso. Eu, pessoalmente, gosto de jogos que conseguem fazer muito com pouco. Gosto de jogos que escovam e torcem bytes, por uma questão de que eu cresci jogando jogos que faziam exatamente isso nos 8 e 16 bits. Nesse sentido, e Into the Breach é provavelmente um dos exemplos mais interessantes disso que já joguei. Ele impõe limitações e, restringindo as coisas, ele deixa as coisas mais complexas e caóticas. Não existe um mapa gigantesco para explorar, dezenas de unidades para administrar, uma árvore tecnológica cheia de coisas para desbloquear ou uma história tentando justificar cada botão que você aperta. É praticamente uma coleção de pequenos problemas matemáticos vestidos de jogo de estratégia. Uma valsa apocalíptica. Um jogo de xadrez entre mechas e invasores. O mais interessante é que, apesar da aparência, o objetivo não é exatamente matar os inimigos: é impedir que eles façam merda. Toda partida inicia propondo um desafio inicial. Você posiciona seus mechas e então o jogo configura os inimigos. Tem um bicho atacando um prédio, outro atacando um segundo prédio e um terceiro prestes a destruir alguma coisa que você precisava preservar para cumprir um objetivo secundário. Você olha e pensa: "bom, fodeu." Aí começa a mexer nas peças. Se eu empurrar esse cara, ele para de atacar o prédio, mas vai ficar na frente daquele outro. Se eu mover esse robô para cá, consigo impedir o ataque. Só que aí não tenho mais como matar aquele outro Vek. Talvez não precise matar. Talvez eu possa usar ele para bloquear o surgimento de outro inimigo. Mas então... Você começa a perceber que matar os bichos é apenas uma das ferramentas disponíveis, e nem sempre é a melhor. Você entende que é uma dança entre eliminar, evitar confrontos e manipular elementos. E quando você percebe, passou cinco minutos olhando para uma grid 8x8 como se estivesse tentando desmontar uma bomba. É um tipo de satisfação muito específica. Into the Breach me lembra aqueles problemas de lógica em que você recebe uma situação aparentemente impossível e precisa encontrar uma sequência de ações que faça tudo se encaixar. Os inimigos anunciam seus ataques. Você sabe quanto dano vai tomar, qual prédio será atingido e onde seus robôs vão terminar. Não existe muito espaço para reclamar de azar quando uma coisa dá errado. O jogo te mostrou o problema. Você que não resolveu. Quem manda tu ser apressado? O jogo não te cobra pelo tempo. Pensa bem, analisa as possibilidades e vai em frente. Além de tudo, Into the Breach é um dito jogo roguelite. Cada partida é relativamente diferente da anterior, com mudanças no grid, no posicionamento de inimigos, missões em cada uma das localidades do jogo e outras coisinhas, como recompensas das missões e drops ocasionais ao longo delas. Ele ser um roguelite é legal, mas, ao mesmo tempo, não é. A variedade de inimigos, cenários e possibilidades é um tanto quanto restrita, mesmo que o jogo seja superversátil na maneira como apresenta seus desafios. Temos bastante mechas para usar, mas uma dúzia de inimigos, sendo que alguns são bem parecidos entre si em funcionamento. Eu gostaria de mais inimigos. Mais ilhas. Mais localidades diferentes. Mais situações legais, como tempestades, trens passando, represas para estourar. O jogo é bem legal nisso. Espero que uma eventual sequência consiga ir ainda mais longe. Bom, o loop de gameplay tá posto a mesa. É isso. O jogo se sustenta uns 90% nele, eu diria. É o que faz ele ser atrativo. E eu sinto que falei bastante do jogo num tom ensaístico, que é o que eu gosto de fazer. Eu sou verborrágico, infelizmente. Se você gostou do que eu disse acima, você tem grandes chances de curtir o jogo. Se o lance da mecânica te atrai, esse jogo é pra ti. Eu não falei muito da história do jogo, né? Então... Quando eu fechei a primeira run dele, eu reparei num singelo nome conhecido: Chris Avellone. Aquele. O de Fallout 2. Planescape Torment. KOTOR 2. Fallout New Vegas. Então, o Chris Avellone foi creditado como escritor e criador do mundo do jogo. Eu fiquei pensando: "... tá, mas que história?" Porque, sinceramente, o jogo não tem virtualmente nenhuma. Nada te é explicado exceto que você e sua trupe são viajantes de linhas temporais, tentando salvar a humanidade nessas diversas linhas temporais, num mundo que sofreu um colapso completo. É o pano de fundo básico para o jogo e para o loop de gameplay nas diversas ilhas dele. Mas... nada é realmente explicado. O que são os Vek? De onde eles vieram? Quando eles chegaram na Terra? Quando os terráqueos descobriram a viagem entre linhas temporais? A história é um leve complementozinho do gameplay, e não tem exatamente um problema nisso. O fato é que o jogo é um roguelite e ele não tem um final: toda run, se concluída com sucesso, salva uma dessas linhas temporais, com os pilotos dos mechas voltando para as suas linhas temporais, seja onde elas forem, e partem para a próxima, num ciclo praticamente infinito. Nesse sentido, o jogo não tem um fim satisfatório. Ele nunca se propôs a ter. Mas a história não tem substância para mim se ela simplesmente existe para assessorar o gameplay. É uma pizza finíssima para um recheio pesado, que você não consegue segurar uma fatia sem dar uma sambada com ela nas mãos para equilibrar tudo, pois ela não tem uma boa sustentação. Um hamburguer triplo que você não consegue comer com as mãos e ele fica caindo no prato, mas tá tão gostoso que você acaba deixando o pão de lado. Alegorias alimentícias a parte, acho que ficou claro. Então, o nome do Chris Avellone aqui é meio decorativo. É um adesivo bonito que tu colou na tampa do teu laptop. Não tem nenhuma serventia, mas ele ta ali. Tu olha pra ele, lembra "esse adesivo é legal." Mas é isso. E é uma pena. Talvez seja o que me impede de dar nota máxima para esse jogo, junto com a pouca variedade de inimigos e possibilidades que o jogo tem. Mas não podemos ter tudo o que gostaríamos e devemos ser gratos com o que temos em mão. E, felizmente, Into the Breach é bem legal. Talvez Into the Breach seja isso no fim das contas: um jogo sobre transformar desastres em problemas. E problemas são muito mais interessantes quando você pode parar, olhar para eles e pensar em uma solução. Uma solução que não pode estar tão aparente, mas sempre ao teu alcance. A faca e o queijo tão sempre em cima da mesa. Você vai enfiar a faca na bunda e o queijo no lixo? Você decide.
Игрок 2596Рекомендует24 ч в игре
Very good tactics game. Seeing an impossible turn and solving the puzzle of "how do I get out of this?" is super satisfying
Игрок 4601Рекомендует21 ч в игре
良いところ ・詰将棋を解いたときの快感 ・難易度が絶妙(ノーマル) ・メカが一杯あって選ぶのがたのしい 微妙なところ ・周回中に強くなる感が薄い ・メカは多いけどやることは大体同じなので飽きる ・要素解放の条件がきつい、単純クリアだけじゃダメで狙って条件達成する必要あり 超ハマったという訳ではないがセールで300円くらいだったので十分楽しめた 似たようなスクワッドが多かったけど面白かったのはハザーダス(自機ダメージ)
Игрок 3986Рекомендует3 ч в игре
13/20 – Intéressant Into the Breach est un jeu de stratégie vraiment sympa, avec un gameplay original, des combats tactiques qui demandent de bien réfléchir et de nombreuses possibilités grâce aux différents mechas et à leurs capacités. 🤖 La durée de vie est assez courte : il m'a fallu environ 2 h 30 pour terminer une première partie en difficulté normale. En revanche, la rejouabilité est excellente, notamment grâce à la variété des équipes et aux différentes approches possibles. On a envie de relancer une partie pour tester d'autres combinaisons et stratégies. Néanmoins, je me suis lassé assez rapidement. Le côté punitif du jeu peut aussi être frustrant : une simple erreur peut suffire à perdre une unité définitivement, et ça peut arriver très vite ! Au final, je recommande Into the Breach pour sa fraîcheur et son concept original, qui renouvellent agréablement le genre. Néanmoins, j'ai trouvé le gameplay peut-être un peu limité en profondeur sur la durée, et l'absence d'une histoire vraiment captivante ne m'a pas aidé à rester accroché. Le pixel art est correct, mais sans être transcendant. Malgré ses qualités, ce n'est donc clairement pas mon jeu de stratégie préféré. 🎮
Игрок 9901Рекомендует28 ч в игре
ランダム性の高い、超シビアなターン制タクティカルパズル ハードクリアレビュー 基本は3体のメカを配置し、限られたターンの中で施設を守り抜くゲーム。 ステージ上の地形・施設・敵・ギミックなど、ほぼすべてを利用して敵の攻撃を逸らしたり、無力化したり、敵同士を巻き込んだりしながら被害を最小限に抑えていく。 敵の攻撃対象や行動は事前に確認できるため、論理的パズルの詰将棋にランダムに局面が変化する偶然性を足したようなゲーム性。 1ステージ4~5ターンほどの短い戦闘なので、1手のミスが非常に重く、「あ、しまったw」からの泥沼化でジリ貧に陥ったりするので気が抜けない。 一応、1ステージにつき1回だけターンをやり直せるものの 『どうして“1回”だけなのよォオオオ〜ッ!!』となる。 さらに、施設を守るだけでなく各ステージのボーナス目標も重要。 ボーナスを取り逃すと部隊の強化にも影響するため、単に防衛すればいいだけでなく、厳しい状況の中でできるだけ完璧に立ち回ることを求められる。 そのため、本作は「試行錯誤しながら最善手を探す」というより、「ランダムに変化する盤面に対して、常に最善手を求められるゲーム」といった感じ。 敵の行動も完全なランダムではなく、施設の破壊を優先するなど一定の法則があるため、プレイ経験を積めば予測や誘導がある程度は、できるようになってくる。 敵を倒すことよりも、敵を無力化したり強制移動させたりして、攻撃そのものを成立させないタイプのメカが強く、盤面に大きな影響を与えられる能力が重要。 後半になると、単純な火力だけではどうしようもなくなるので、パズルを解くようにステージ上に点在する全てを活用し、敵を翻弄していく立ち回りが求められる。 周回要素は恒久アップグレードがなく、引き継げるのは強化したパイロット1名のみで、ダイレクトにプレイヤースキルが試される一方、初期メカは弱めなので、まずはイージーでメカ・パイロットを開放していくのがおすすめ。後半に開放されるメカは初期メカとは雲泥の差で、攻略難易度が大きく変わる。 1プレイは早ければ30分もかからないが、私は平均2時間以上を費やしていた。 かなりシビアで、低評価の多くが理不尽にも感じられる余裕のないゲーム性に向けられているため、気軽にプレイするには向かないかもしれない。 それでも根強いファンが存在し、息が長く中毒性のある作品なのも確か。 難しいけど、1ターンごとに頭を抱えつつも、あれこれ考える時間が楽しい作品。 たった3体の、メカで無茶な防衛任務を押し付ける、ブラックな防衛チームの指揮官になって頭を抱えたい人におすすめ👍
Игрок 7615Рекомендует53 ч в игре
도전과제 100 달리고 쓰는 자잘한 팁 보호막이 있는 메크는 얼음, 화염 면역이다. 화상 걸리면 보호막 걸어도 데미지 들어감. 얼음 메크 공짜로 쓸 수 있다. 상대만 얼어붙음. 사실상 필수. 낭떠러지에 있는 비행 몹도 얼리면 추락사 한다. 근데 마지막 맵 용암 위에 서있는 비행 몹은 안 얼어붙으니까 주의 자가 피해를 입는 무기는 아베 이사무 '받는 피해 1 감소'로 상쇄할 수 있다. 사실상 필수. 근데 산성 묻으면 작동 안 하니까 주의 메크 터져도 힐 넣으면 다시 운용 할 수 있다. (로지 리베츠, 패시브 전체 힐 등) 기차, 지형변동기 등을 얼리면 작동을 멈출 수 있다. 임무 실패 X 낯익은 상대 만나는법 산, 얼음 바닥 등 반쯤 깨져 있는 반짝거리는 타일 부수고 획득하면 포드 떨어짐 본인 커스텀 분대 도전과제 라인업 (삼단x3 , 로켓 스모그 삼단 , 제트 추진기 나노)