
The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline
Ад — это не место, полное огня; это зеркало вашей души.
В The Alighieri Circle вы — Габриэле Алигьери. Вы не солдат и не герой. Вы просто человек, раздавленный наследием, о котором никогда не просили.
Каждые 33 года барьер между нашей реальностью и Адом исчезает.
Чтобы защитить свою семью и мир, который вы знаете, вы должны совершить Ритуал , вернувшись в свой родовой дом и приняв судьбу, от которой бежали всю жизнь. В психологическом триллере от первого лица, ориентированном на атмосферу, исследование и сюжет. Здесь нет сражений — только напряжение перед неизвестным.
Погрузитесь в мрачную современную интерпретацию «Божественной комедии», где Инферно — это тень, ждущая возможности поглотить вас.
Ритуал требует от вас навигации между двумя сходящимися реальностями.
Вилла : исследуйте тихие, меланхоличные залы итальянского поместья.
Погружение : переступите порог в искаженное отражение адских глубин.
Поиски Адской Печати : соберите утерянные магические страницы «Божественной комедии» и воссоедините их, чтобы провести ритуал, удерживающий врата Ада запечатанными.
Тематическое решение головоломок : расшифровывайте эзотерические загадки и проходите через мучительное психологическое путешествие, которое заставляет вас противостоять самым глубоким страхам и травмам Габриэле.
Раскрытие фрагментированной истины : обыскивайте окружение в поисках скрытых предметов коллекционирования и страниц дневника. Соберите воедино трагическую историю рода Алигьери и забытые воспоминания из жизни Габриэле, чтобы понять истинную цену Ритуала.
Системные требования
Минимальные
- Нужны 64-битные процессор и операционная система
- ОС: Windows 10/11 64 bits
- Процессор: Intel Core i5 4690 | AMD Ryzen 3 1200
- Оперативная память: 8 ГБ ОЗУ
- Видеокарта: NVIDIA GeForce GTX 1060 6GB | AMD Radeon RX 580
- DirectX: версия 12
- Место на диске: 25 ГБ свободного места
Рекомендуемые
- Нужны 64-битные процессор и операционная система
- ОС: Windows 10/11 64 bits
- Процессор: Intel Core i7 8700K | AMD Ryzen 5 3600
- Оперативная память: 16 ГБ ОЗУ
- Видеокарта: NVIDIA GeForce RTX 3060 | RX 6600 XT
- DirectX: версия 12
- Место на диске: 25 ГБ свободного места
Отзывы
Steam · Mostly Positive
Все отзывы в Steam41 положительных из 52 отзывов
Игрок 4824Не рекомендует4 ч в игре
The Alighieri Circle alapfelütése igazán jó történeti alapokat ad... vagyis adott a fejlesztők kezébe, de képtelenek voltak kibontani ezt a remek lehetőséget. Érzésre azt mondanám: valahol a narratíva hajtotta és az egyszerűbb puzzle-játékok között helyezkedik el a Dante's Bloodline. A teljes irományért, irány az AdventureGames.hu!
Игрок 4331Рекомендует3 ч в игре
Отличная игра! Понравился визуальный стиль игры - пугающий и одновременно очаровывающий своими цветами и эстетикой! Загадки увлекательные и не душные! Жду продолжения истории!
Игрок 6217Рекомендует5 ч в игре
The first trial made me almost punched my monitor. After I got past that I enjoyed the game. The last trial was tricky as well, probably a little too tricky. The visuals, voice acting and story were solid. The game is short but worth a try.
Игрок 4210Рекомендует5 ч в игре
A common criticism I have seen regarding this game is that it's not really *about* Dante Alighieri, the Divine Comedy, the *lore*. And that is a valid point. If you were hoping for that (and I will admit, I was too to a certain extent), you will be disappointed. The Alighieri family, Dante's vision of Hell are - apart from the occasional, brief deep-dive - window dressing. It is, however, extremely beautiful window dressing. The Alighieri Circle is an extremely beautiful artpiece, garnished with surprisingly challenging puzzles - that were on occasion bordering on frustrating without overstepping that fine line - and a vibe, an atmosphere you want to drown in. As for the story, well, the game does manage to keep the mystery and the suspense up for a good long while, I will give it that, but in the end - for me at least - the narrative fell a bit flat. Not horribly so that it made me regret playing the game - far from it - but enough for me to have a slightly stale aftertaste in my mouth when staring somewhat blankly at the ending credits. So, what I tell you is this: Get this game and play it to experience an interactive artpiece that will touch you, your soul, and your brain. If you're in it for a gripping narrative or deep lore regarding the Divine Comedy, at least wait for a sale.
Игрок 4766Рекомендует5 ч в игре
The Alighieri Circle: Dante's Bloodline, is visualy amazing I enjoyed the story and the puzzels were decent make you think a bit without being overly hard, I played the game in full and the atmosphere the sound design there is nothing not to like here.
Игрок 3085Рекомендует3 ч в игре
Um dos maiores trunfos da obra é a confiança no jogador. Não há tutoriais extensos ou mão segurada: você é instigado a observar, deduzir e conectar as pistas por conta própria. E a melhor parte? A lore é entregue com elegância. Embora existam diários e coletáveis, a narrativa principal é coesa e compreensível sem que você precise caçar cada fragmento de papel, uma decisão de design que respeita o tempo do jogador. Leia a análise completa no site da Compartilhei Networks
Игрок 9731Не рекомендует5 ч в игре
O poeta Dante Alighieri já está mais do que acostumado a girar em sua tumba, depois de todos esses séculos. Mais uma vez, sua obra Divina Comédia se torna o alvo de um trabalho derivado com resultados dignos dos tormentos infernais. The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline tenta estabelecer um legado, uma continuidade para os mitos seculares fundados pelo poeta italiano, mas não consegue ir muito longe. O resultado é uma aventura (felizmente) curta, de baixo desafio, com uma história questionável e aspectos técnicos ainda mais questionáveis. Vós, Que Entrais, Abandonai Toda A Esperança De boa intenção, o Inferno está cheio e The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline parte de uma premissa interessante. Existe uma maldição em andamento, porque tudo que está na Divina Comédia é real. Em pleno século XIV, Dante Alighieri cruzou os bastidores da realidade e deixou para trás uma tarefa a ser executada por todos os seus descendentes. A cada 33 anos, alguém deve retraçar uma jornada semelhante ou o caos afligirá o planeta. Infelizmente, esse BO caiu agora no colo do protagonista. Os primeiros minutos do jogo trazem nosso personagem retornando para a mansão onde foi criado para cumprir seu papel nessa história. Aprendemos um pouco sobre os motivos que levaram à construção dessa estrutura em torno do portal que se abre para o Abismo, mas fica evidente de imediato que esse espaço físico existe tão somente em função da narrativa. Não há quartos, nem banheiros, nem cozinha na mansão, tampouco empregados para manter o lugar tão bem conservado. A mansão dos Alighieri é um ponto de passagem e, lamentavelmente, um ponto para o qual retornaremos muitas vezes durante nossa jornada. O titulo não esconde que é um walking simulator e o jogador não entra enganado. O que vai dilapidando aos poucos a paciência e a sanidade é a quantidade de vezes que iremos passar pelos mesmos lugares ou lugares extremamente parecidos. O primeiro dos míseros sete puzzles que The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline já é uma amostra do que nos aguarda: para abrir o portal para nosso destino, é necessário localizar três estatuetas que foram espalhadas pela mansão. É apenas isso: uma desculpa para percorrermos de novo todos os cômodos, desta vez com um olhar mais atento. O segundo sinal de que os desenvolvedores não sabem muito bem o que estão fazendo em busca de uma jogabilidade está na mecânica do portal em si, um quicktime event desnecessário para passar de uma animação. Não há estado de falha: errar apenas nos obriga a repetir as teclas novamente. É um atrito forçado que acontecerá em todas as vezes que cruzamos o portal para o Abismo. As Veias Abertas da Família Dante Entrando no Abismo, somos apresentados aos principais defeitos do jogo, mas também a seu único trunfo: paisagens fabulosas. A direção de arte de The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline é caprichada, ainda que minha GPU se aproxime do ponto de derretimento para gerar níveis de detalhes que outros jogos entregaram com menos sofrimento. A otimização aqui é lamentável. Entretanto, apesar da atmosfera imersiva desses cenários, é nítido que não estaremos retraçando os passos de Dante. É aqui que o jogo conceitualmente toma um caminho diverso. Nada de Inferno, muito menos Purgatório ou Paraíso. Nossa jornada se dará por um único ambiente, opressor, sufocante, mas bem distante da ideia de tormento constante e agonia tão magistralmente imaginada pelo poeta italiano. Ao protagonista, é explicado que o Abismo é pessoal, assume sua forma a partir do subconsciente de quem o cruza. Nesse sentido, a paisagem está muito mais próxima de um sonho do que de um pesadelo. É perceptível que a ONE-O-ONE GAMES não quis fazer um jogo de horror. A tensão é bastante suave, principalmente depois que você percebe que não há nada nesse espaço que irá ferir ou mesmo ameaçar o protagonista. Ainda assim, a desenvolvedora parece perdida na proposta. Há um momento em que vemos uma criatura rastejando rapidamente na nossa frente e o susto não se desenvolve além disso. Nunca mais esbarramos na criatura, sua origem não é explicada, e, se eu entendi corretamente as regras do Abismo, nem faz sentido sua presença por ali. Portanto, The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline se afasta o máximo que pode do material original. O hack and slash Dante’s Inferno é mais fiel ao trabalho de Dante do que esse jogo. O sobrenome e a Divina Comédia são apenas pontos de partida para se contar uma história separada, quase como um exercício de marketing. Seria uma justificativa perdoável se essa trama fosse satisfatória ou mesmo coesa. Não é nem uma coisa, nem outra. Personagens vem e vão, dizem coisas enigmáticas, mas a conclusão da jornada do protagonista o devolve para a mesma posição ingrata de quando ele começou. Não há evolução ou desenvolvimento, ele está atado a um destino inexorável. O Pecado Final de The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline Para completar essa jornada, somos obrigados a passar por provações, que se manifestam na forma de enigmas. Não houve nenhum deles em que me senti genuinamente desafiado e digo isso da posição de um jogador que tem pavor de títulos como Myst ou The Witness. Ainda assim, cada um dos puzzles apresentados aqui é de fácil compreensão, mas de execução cansativa. A compreensão era imediata, porém logo sucedida pela preguiça. Para complicar o cansaço, os pontos de salvamento são automáticos e só acontecem quando se completa um enigma. Em determinado ponto, no meio de um puzzle demorado, fui obrigado a encerrar a sessão, apenas para descobrir no dia seguinte que precisava refazer tudo do zero. Além disso, todas as provações eram variações de enigmas que já vi representados em outros jogos. O desafio final é exasperante, um longo e extenuante labirinto de salas quase idênticas, que só pode ser resolvido com tentativa, erro e anotações para evitar repetir o mesmo erro. Há uma desconexão entre os desafios e a narrativa (exceto pelo desafio final, quando estamos literalmente perdidos no Abismo). Qual é o sentido de se acertar uma sequência de sons dentro do contexto geral do Abismo ou emparelhar símbolos de animais com pecados e virtudes? São mais uma vez apenas formas de se criar atrito entre o jogador e o progresso da história. Se o objetivo de seus criadores era focar na história, seria melhor oferecer mecânicas mais imersivas (como Mixtape conseguiu, apesar de ser injustamente classificado como walking simulator) ou abraçar de vez a proposta e trazer provação nenhuma. The Alighieri Circle: Dante’s Bloodline busca ser uma continuação de um clássico da literatura universal, oferece vislumbres de uma mitologia mais complexa, porém escolhe respostas rápidas, um final seco e mecânicas insossas para se tornar uma aventura completamente esquecível. Análise publicada originalmente em: https://gamerview.com.br/reviews/the-alighieri-circle-review/
Игрок 9541Рекомендует9 ч в игре
Ho giocato per quasi 9 ore (per terminare il gioco con completismo ne bastano 5) perché alla fine dell'avventura avevo piú domande che risposte e volevo riascoltare ogni dialogo convinto di essermi perso qualche tassello importante. Non sono solito rigiocare le avventure e non sono un fanatico del platino, quelle poche volte che lo faccio vuol dire che la mia attenzione é stata catturata. Sono stato imbrigliato dalla direzione artistica, dall'atmosfera, dal sonoro e dal doppiaggio italiano (il doppiatore dell'antenato su tutti). Purtroppo la scrittura non é all'altezza del resto e ció mi ha fatto sentire quasi tradito. Sono stato preso, ammaliato, sedotto ed infine abbandonato nel caos come se la storia fosse stata scritta proprio da questa divinitá ancestrale. Vorrei spiegarmi nel particolare ma non voglio spoilerare un' opera appena pubblicata e che cmq consiglio. Mi limito a dire questo : guardando il video di Power dedicato al titolo sono venuto a conoscenza del fatto che buona parte delle idee sono state strappate dai sogni di uno degli sviluppatori. Senza dubbio immagine affascinante ma si sa, i sogni non hanno regole per quanto le loro immagini possano sembrarci familiari. Una storia, per quanto lontanissima dalla realtá, deve avere una struttura di regole che la rendano verosimile agli occhi del pubblico. Questa storia é figlia del caos, non ha delle fondamenta solide che impongano un ordine di cui la nostra mente ha bisogno e di conseguenza non genera ne coinvolgimento ne empatia verso il protagonista. Mi scuso per questo fiume di parole, non sono solito recensire i videogiochi non avendo competenze ne tecniche ne giornalistiche ma non ho potuto farne a meno perché la vostra passione mi é comunque arrivata con forza e spero di godere ancora della vostra compagnia.