
BioShock Infinite: Burial at Sea
See the world through Elizabeth’s eyes in BioShock Infinite: Burial at Sea – Episode Two. Set immediately after the conclusion of Burial at Sea – Episode One, this final episode puts you in the role of Elizabeth as she journeys through Rapture in an effort to rescue the little sister she abandoned. Developed by Irrational Games, the studio behind the original BioShock and BioShock Infinite, this continuation of the Burial at Sea saga features parts of Rapture you’ve never seen before, incudes modified stealth-oriented gameplay that brings you new weapons and plasmids, and involves nearly every major character from the original BioShock and BioShock Infinite.
BioShock Infinite: Burial at Sea - Episode Two is the last of three BioShock Infinite add-on packs and it concludes the storyline of BioShock Infinite and Burial at Sea. This pack is included in the BioShock Infinite Season Pass and will contain new Achievements.
Дополнения
Системные требования
Минимальные
- ОС: Windows Vista Service Pack 2 32-bit
- Процессор: Intel Core 2 DUO 2.4 GHz / AMD Athlon X2 2.7 GHz
- Оперативная память: 2 ГБ ОЗУ
- Видеокарта: совместимая с DirectX 10 ATI Radeon HD 3870 / NVIDIA 8800 GT / Intel HD 3000 Integrated Graphics
- Место на диске: 30 ГБ свободного места
- Звуковая карта: совместимая с DirectX
Рекомендуемые
- ОС: Windows 7 Service Pack 1 64-bit
- Процессор: Quad Core Processor
- Оперативная память: 4 ГБ ОЗУ
- Видеокарта: совместимая с DirectX 11, AMD Radeon HD 6950 / NVIDIA GeForce GTX 560
- Место на диске: 30 ГБ свободного места
- Звуковая карта: совместимая с DirectX
Отзывы
Steam · Very Positive
Все отзывы в Steam1 925 положительных из 2 315 отзывов
Игрок 6929Рекомендует
Bom dia, boa tarde e muito boa noite a todos que vão ler esta análise. Hoje vamos falar sobre Burial at Sea – Episódio 2, a segunda e última parte da expansão de BioShock Infinite, lançada em março de 2014. Trata-se do epílogo final da Irrational Games — um capítulo mais longo, tenso e focado em amarrar todas as pontas soltas da saga. Nas Sombras da Vulnerabilidade BioShock Infinite: Burial at Sea – Episódio 2 altera radicalmente a estrutura da franquia ao colocar o jogador diretamente na pele de Elizabeth. Após os eventos trágicos do primeiro episódio, a protagonista acorda em uma Rapture arruinada, desprovida de seus poderes de manipulação quântica e sem a força bruta de Booker. Essa mudança de perspectiva força uma guinada completa na jogabilidade: o tiroteio frenético dá lugar a um foco total em infiltração (stealth). Agora, o progresso exige movimentação silenciosa por dutos de ar, uso de dardos tranquilizantes e controle de som nos passos sobre vidros ou poças. O sistema funciona muito bem dentro da proposta do DLC, entregando uma tensão constante; contudo, quando comparado a obras dedicadas exclusivamente ao gênero stealth (como Dishonored), a execução revela limitações na IA dos inimigos e no level design, sem atingir a mesma profundidade. A carta na manga Se o primeiro episódio nos apresentou uma Elizabeth fria e tomada por uma sede cega de vingança contra Comstock, o Episódio 2 é o retrato amargo da ressaca moral dessa escolha. A narrativa foca no processo de amadurecimento e redenção da personagem. Ao perceber que sua vingança quase custou a vida da pequena Sally, Elizabeth aceita renunciar à sua onisciência para retornar a Rapture como uma mortal vulnerável. O roteiro constrói aqui um arco profundamente humano: a garota que antes compreendia todas as portas e dimensões do universo precisa aprender, no nível mais terreno possível, que a violência desmedida atinge inocentes e que a verdadeira redenção exige sacrifício pessoal. La Mer A grande ambição do DLC é amarrar todo o universo de BioShock em uma grande teia narrativa. As escolhas e ações de Elizabeth no episódio servem como o catalisador direto para os eventos do jogo original de 2007. Com isso, o ciclo se fecha. Contudo, essa amarração explicita a verdadeira divisão conceitual da franquia. Se o BioShock original de 2007 se consagrou como um estudo sobre ideologias, projetos de sociedade e a ruína das utopias humanas, Infinite e seus episódios subaquáticos tomaram um rumo diferente: transformaram-se em um drama sobre a tragedia do indivíduo. No fim das contas, enquanto o primeiro BioShock é um jogo sobre ideias, escolhas morais e como enxergamos a nossa relação com o coletivo, a saga de Infinite firma seu valor como a história memorável de uma personagem fascinante. Obrigado por lerem esta análise. Qualquer dúvida ou comentário são mais do que bem-vindos. Comam água e bebam fruta. Se cuidem. E até a próxima análise.
Игрок 8244Рекомендует
The stealth gameplay was alright, but it wasn't my favorite. The same goes for the story, which I found kind of odd in parts. Overall, it's quite decent.
Игрок 5421Рекомендует
The overall game is really mid and I understand why this game focuses on sheath a lot but it just makes the gameplay more frustrating. The ending makes it worth it , I'd honestly say that this ending is better than the base game, it's also probably the best ending in the series so far.
Игрок 5549Рекомендует
Burial at Sea, con sus dos capítulos, es un buen añadido que consigue fusionar Infinite con la primera entrega, funcionando como un preludio para la primera entrega, como las respuestas de muchas incognitas de ambos juegos. Recomendando.
Игрок 3289Рекомендует
Incrível! Uma DLC com uma grande adição na narrativa, tanto do jogo base quanto da trilogia Bioshock inteira, além de uma mudança bem divertida e bem-vinda na gameplay. Devo dizer inclusive que essa DLC tem o que pra mim é o melhor estilo de gameplay do jogo. Um ótimo final pro jogo e excelente desfecho pra franquia. Muito marcante. Essa personagem é realmente incrível.
Игрок 9271Рекомендует
Her şeyi mükemmel bir şekilde ilk oyuna bağlayan bir dlc. Kesinlikle almanızı tavsiye ederim
Игрок 3450Рекомендует
O episódio 2 foi para mim, é melhor do que o primeiro episódio e também mais próximo daquilo que considero a essência de BioShock. A mudança para Elizabeth funciona muito bem, e a experiência fica um pouco mais focada em exploração, furtividade, recursos e atmosfera, em vez de simplesmente jogar o jogador de uma arena de combate para outra. Rapture volta a parecer um lugar perigoso e misterioso, e isso me agradou bastante. Também gostei muito de finalmente acompanhar a história de Sally e entender como tudo se conecta aos acontecimentos de BioShock 1. Elizabeth é, sem dúvida, o personagem que mais se destaca em Infinite, e aqui ela ganha uma conclusão muito mais interessante do que eu esperava. Meu principal problema continua sendo a quantidade de conexões criadas com o primeiro jogo. Em determinado momento, a DLC tenta explicar e amarrar tantas coisas que a história começa a parecer mais complicada do que precisava ser. Algumas revelações funcionam, outras me parecem mais uma tentativa de fechar todas as pontas do universo do que algo necessário para contar essa história. Mesmo com essas ressalvas, gostei bastante do episódio. Para mim, foi uma experiência melhor do que o jogo principal em vários aspectos e conseguiu recuperar parte daquela sensação de BioShock que senti nos dois primeiros jogos. No fim, Burial at Sea não mudou minha opinião sobre Infinite, mas foi uma conclusão interessante para essa jornada que pelo menos valeu a pena jogar.
Игрок 0148Рекомендует
Burial at Sea — Episode 2 fecha muito bem o ciclo de BioShock Infinite e, junto com o primeiro episódio, complementa bastante a história. Se você terminou Infinite com algumas dúvidas sobre as infinitas possibilidades e as conexões entre os acontecimentos, as duas DLCs ajudam a amarrar muitas dessas pontas. No final, vemos o destino dos personagens e como suas histórias se conectam, dando uma sensação de encerramento para toda essa jornada. Gostei muito de como a DLC consegue conectar os acontecimentos de Infinite com os primeiros BioShock. O combate também muda bastante, sendo muito mais focado em furtividade. Achei interessante, pois dá uma experiência diferente dos jogos anteriores e combina bem com a proposta dessa DLC. Gostei muito das duas partes de Burial at Sea. Para mim, elas são uma ótima forma de finalizar a história de BioShock Infinite e fechar esse ciclo.